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Até que ponto vale a pena ter um seguro de carro?

Após adquirir o tão sonhado carro, uma nova dúvida surge: será que vale a pena contratar um seguro automotivo para o meu patrimônio? Algumas pessoas acreditam que o serviço não é necessário, levando principalmente o custo em consideração. Já outros pensam que é indispensável para poder rodar por aí com mais tranquilidade.

Para ajudar a traçar um comparativo entre os preços gastos em possíveis sinistros, apresentamos as modalidades mais comuns do seguro de carro. Confira!

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Relação custo-benefício

Ter um seguro de carro significa andar com mais segurança em relação a imprevistos. Há diversos tipos de cobertura que podem demonstrar o quanto é mais ou menos vantajoso em relação ao custo-benefício.

Confira agora alguns prós e contras do seguro de carro:

Vantagens

  • Quando acontece algum acidente, o motorista responsável pelo sinistro é quem deve arcar com os prejuízos. Se você tem um seguro, paga o valor da franquia e a seguradora arca com as despesas.
  • Caso o seu veículo seja roubado e você tenha um seguro, a seguradora pagará o valor da tabela Fipe para você. Aqui, costuma haver alguns poréns e burocracias, mas com um seguro automotivo você tem menos prejuízo.
  • Imagine que você se envolveu em um acidente com um carro muito mais caro. Se você não for segurado, o valor que precisará despender para consertar este veículo será bem superior.

Desvantagens

  • Dependendo de quem contrata o serviço, os valores de seguro podem ser elevados, necessitando de um bom planejamento financeiro para arcar com eles.
  • Muitas vezes, em caso de sinistros, é preciso lidar com burocracia até receber os valores. Por isso, tenha sempre todos os documentos devidamente arquivados.

Exemplos de gastos

Caso você sempre esteja envolvido em acidentes — uma média de quatro por ano —, contrate um seguro. Imagine que, a cada acidente, você gaste um valor X para pagar a franquia e o conserto do carro fique três vezes maior, além do valor total do seguro — que, neste caso, é de 4X anuais. Você ficará no lucro na soma total.

Se você se envolve raramente em acidentes, pagar o seguro completo pode não ser muito lucrativo, ainda que haja vantagem no caso de imprevistos, pois minimiza os gastos imediatos decorrentes de problemas e acidentes.

Digamos que você precisou consertar os veículos envolvidos em acidentes apenas uma vez no ano, e o custo foi de X reais. Se tivesse o mesmo seguro do exemplo anterior, você teria gastado 5 vezes o valor total (4X do seguro + X da franquia).

Quando você tem esse tipo de perfil, talvez valha mais a pena uma cobertura personalizada, que se ajuste bem às suas necessidades e pese menos no orçamento mensal.

Tipos de seguro

Os tipos de seguro são os mais variados. Como há estilos com diferentes preços, é muito importante saber todos os detalhes do contrato. Na maioria das vezes, eles costumam se dividir em:

Seguro contra roubo e furto

A seguradora só é acionada em caso de roubo ou furto. Outros tipos de sinistro não estão no contrato de serviço. Geralmente é umas das opções mais baratas.

Seguro básico

Abrange roubo, furto, sinistros e desastres naturais. Tem um valor intermediário.

Seguro completo

É mais caro, mas costuma cobrir quase todos os tipos de sinistro e também casos em que terceiros estejam dirigindo seu carro. O seguro pode ser acionado em vários aspectos, de pneu furado a vidro quebrado.

De acordo com seu perfil, é possível encontrar a melhor relação custo-benefício, com um seguro de carro que atenda em casos de necessidade e urgências e, ao mesmo tempo, não se torne desvantajoso ou traga problemas ao seu planejamento financeiro.

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